BISPO JOÃO CARLOS LOPES ELEITO……..

  O 19° Concilio Geral dedicou o dia de hoje (12/07) para eleições de bispos/as. Bispo João Carlos foi reeleito no primeiro escrutínio com 98 votos.

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COMUNICADO JESUS IN CONCERT

O Ministéiro Jesus in Concert, vem através deste comunicado informar que a partir do dia 02/02/11, estará mudando para a cidade de Santa Cruz do Monte Castelo por motivo de nomeação pastoral.

O telefone para contato continuará sendo o mesmo

(43) 8814-9341  (43) 8406-2311

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SUCESSO

O que é sucesso? A palavra tem muitos significados, mas para efeito dessa meditação vamos concordar que em nossa cultura sucesso significa a conquista, senão de todas, pelo menos de uma destas três coisas: riqueza, poder e prestígio.

Þ    Riqueza: Quem questionaria o fato de que a riqueza é reconhecida como um indicador de sucesso em nossa sociedade? Os que a possuem são tratados com distinção e honra, enquanto os que não a possuem são desprezados.Cristãos na igreja primitiva em algum momento começaram a agir dessa forma, dando preferência aos ricos e humilhando os pobres. Caso contrário Tiago não precisaria ter escrito o que escreveu em Tiago 2.2ss.

Þ    Poder:O ser humano gosta de pensar que pode determinar seu próprio destino e, por isso, rejeita situações que fogem ao seu controle. Daí o fascínio que o poder exerce sobre nós.

Þ    Prestígio:

Mesmo não possuindo dinheiro e poder, alguém pode sentir-se uma pessoa de sucesso se tiver o respeito e a admiração de seus companheiros. Gostamos de prestígio e por isso exageramos nossas conquistas, minimizamos nossos fracassos e supervalorizamos nossos títulos. São símbolos de sucesso. De fato, e possível identificar esses três “indicadores de sucesso” no texto sobre a “tentação de Jesus” conforme narrada pelo evangelista Mateus:

·         “Manda que estas pedras se tornem em pães” – A tentação do uso do poder em benefício próprio.

·         “Se és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo” – A tentação com relação ao prestígio.

·         “Tudo isso (todos os reinos do mundo) te darei, se, prostrado me adorares.” – A tentação da conquista da  riqueza a qualquer custo.

As respostas de Jesus nos três momentos da tentação sugerem critérios diferentes para avaliar sucesso. Jesus sugere que a Fidelidade a Deus é o fundamento de seu sucesso.

Mais tarde, em Mateus 20.20-28 na história do “pedido da mãe de Tiago e João”, Jesus esclarece que, de acordo com os padrões do Reino de Deus, qualquer que quiser tornar-se grande, ou ser o primeiro, deve ser servo de todosassim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir…”.

Desta forma, fidelidade e serviço parecem ser os verdadeiros indicadores de sucesso do ponto de vista de Deus. O verdadeiro sucesso encontra-se, de fato, na alegria da fidelidade e do serviço.

Ensina-nos bom Senhor, a servir-te como tu mereces (…) a esforçar-nos e não querer prêmio a não ser o de fazermos tua vontade (Ignácio de Loyola).

Tenha um excelente período do advento na presença daquele cuja fidelidade é grande e que veio para servir!

 

Bispo João Carlos

 

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A VISÃO DA GLÓRIA

Muitas vezes, queremos ser iluminados por nossas próprias luzes. No desespero, nos contentamos com uma luz de vela, que faz apenas aumentar nossas trevas. No entanto, se permitirmos que o Espírito Santo apague esta fraca luz, mesmo em trevas, veremos o céu cheio de estrelas brilhantes. “No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo…” (Isaías 6: 1-8) Em nossas vidas, precisamos de visões que mudem o curso da nossa história para que saiamos da estagnação, ou da morbidez espiritual. Muitas vezes, queremos ser iluminados por nossas próprias luzes. No desespero, nos contentamos com uma luz de vela, que faz apenas aumentar nossas trevas. No entanto, se permitirmos que o Espírito Santo apague esta fraca luz, mesmo em trevas, veremos o céu cheio de estrelas brilhantes. Precisamos de uma visão de Deus que nos deixe aterrorizados diante do nosso pecado. “Então gritei: Ai de mim! Estou perdido! Pois sou um homem de lábios impuros e vivo no meio de um povo de lábios impuros; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” (v. 5) Tornou-se banal dizer que banalizamos o pecado. E quanto mais o banalizamos, mais pecamos. Sem confissão não há arrependimento. Sem arrependimento não há perdão. Sem perdão não há paz. Sem consciência do pecado, não há confissão (sem confissão não há paz). Precisamos de uma visão de Deus que nos dê o desejo ardente de sermos perdoados. Quando o serafim voou até Isaías: “Logo um dos serafins voou até mim trazendo uma brasa viva, que havia tirado do altar com uma tenaz.” (v. 6), ele não fugiu, não o recusou; ele aguardou a operação espiritual que iria se realizar nele; ele queria esta operação; ele queria o perdão. Precisamos de uma visão de Deus que nos dê o prazer de obedecer a Sua Palavra. “Então ouvi a voz do Senhor, conclamando: “Quem enviarei? Quem irá por nós?”E eu respondi: Eis-me aqui. Envia-me!” (v. 8). CONCLUSÃO “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o SENHOR, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro. Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração.” (Jr 29:11-13) A mudança acontece quando vemos Deus majestoso em santidade e quando nos vemos como poeira desobediente. Quebrantamento e arrependimento são uma indizível alegria de perdão, de prazer na magnificência de Deus, de fome da Sua santidade.

Pr. Don Carlo

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EM QUEM CONFIAMOS


“Uns confiam em carros; outros em cavalos; nós, porém nos gloriaremos no nome do Senhor nosso Deus” (Salmo 20.7).

No verso acima, o salmista está usando linguagem militar. Carros (carruagens) e cavalos eram componentes fundamentais da força militar da época. Obviamente hoje os veículos militares usados ao redor do mundo nem de longe lembram as carruagens e cavalos dos dias de Davi. Mesmo assim, ainda hoje, os soldados dependem desses veículos para a sua segurança tanto quanto os guerreiros do tempo de Davi dependiam de seus cavalos e suas carruagens.

Estamos no meio da mais ferrenha campanha política para presidente que eu já presenciei. Isso só demonstra como (de uma maneira estranhamente messiânica) colocamos nossa esperança e a nossa confiança em líderes políticos que (estamos cansados de saber) espalham promessas que nunca serão capazes de cumprir.

As pessoas podem confiar e esperar em políticos desse ou daquele partido. Os militares podem confiar em sua mais nova invenção tecnológica para guerrear. Os economistas podem confiar no índice mais atual da bolsa de valores. Os médicos podem confiar na mais recente descoberta sobre medicamento ou procedimento médico. Entretanto você e eu sabemos que lidamos diariamente com situações cuja solução está muito além de qualquer uma dessas coisas. Sabemos disso e ministramos isso ao nosso povo.

Veja a oração que o apóstolo Paulo fez pelos nossos irmãos e irmãs em Roma: “Que o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo (Romanos 15.13).

O apóstolo Paulo disse e nós sabemos que nossa confiança primeira e última deve ser no poder do Deus que nos vocacionou. Somente ele é “poderoso para salvar”. Ainda assim a falta de confiança tem sido a razão da maioria das nossas ansiedades e das nossas dificuldades.

Se confiamos nele para nos libertar dos nossos pecados e nos dar vida eterna, podemos confiar que ele também nos capacitará tanto a viver como a testemunhar a vida abundante proclamada no evangelho.

Nesses dias em que acabamos de celebrar a Reforma Protestante, reafirmemos aquilo que Lutero afirmou naquele que ficou conhecido como o Hino da Reforma: “Castelo forte é o nosso Deus”.

Bispo João Carlos

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